Pontão (Ceira)

Quem somos

Bruno Fernandes, ao longo de 30 anos, foi-se cruzando com umas coisas de História fazendo disso um curso e ainda espera que lhe expliquem se a Eira-Velha é ou não um lugar da freguesia. Sempre viveu em Ceira, e fica ofendido quando, ao revelar isto, lhe respondem “Ah, a Serra da Estrela é tão bonita”. Acha que o Ceira Move não vale grande coisa para tirar nódoas de chocolate, mas é espectacular para dinamizar a freguesia.

Joana Inês Santos, 27 anos, médica de profissão, nascida e crescida em Ceira e desde pequena a viver o espírito da freguesia. Com este novo desafio, pretendo “mover” os ceirenses e contribuir para uma cidadania ativa e para uma comunidade cada vez mais unida.

Andar lá por fora muito tempo e ter saudades de cá, fazem-no sentir vontade de dinamizar Ceira e dar “uma mãozinha” num projecto que tem pernas para mover. João Santiago, tem 30 anos, vive e trabalha actualmente em Madrid.

 

João Saro vem da geração de 84. Viveu sempre por terras ceirenses, na Foz do Mosteiro… ou no Cabouco, para fins formais. Na sua infância, aprendeu e cresceu nos escuteiros do 309, mais tarde tomou a ARMC como mais uma das suas casas. Desde a edição de 2009, integra a equipa do Ceira Rock Fest. Junta-se, agora, na edição do Ceira Move. Tem como frustração nunca ter marcado um golo nos Solteiros/Casados do 25 de Abril.


Viver e trabalhar em Lisboa, na área da comunicação empresarial, não a fazem sentir-se menos de Ceira. Porque a nossa casa é sempre onde escolhemos ser comunidade. Lisa Ferreira, tem trinta anos, faz parte do agrupamento de escuteiros desde os 5 e acredita que a sociedade civil ainda não descobriu tudo o que pode ser e construir… O Ceira Move quer ajudar a fazer a diferença.

Bactérias e outros microorganismos: é para saber mais sobre eles que Luís França trabalha todos os dias num laboratório da Universidade de Coimbra. É de Ceira e, mais precisamente, da Eira Velha, onde brincar na rua costumava ser regra. É escuteiro desde sempre e acredita que é muito importante discutir ideias e problemas para um contributo activo na vida política e cultural da freguesia e na comunidade.

Nascido em Ceira na colheita de 81, Pedro Gonçalves (Pê-pê para os amigos) cresceu a jogar futebol na rua do cemitério e a viver aventuras nos escuteiros onde aprendeu o valor da amizade e da partilha.
Bancário de profissão, está actualmente na direcção da ARMC e integra a equipa de Ceira Move porque acredita que com esta iniciativa Ceira pode-se fazer ouvir e pode evoluir como realmente merece.

Na primeira vez que ouvi sobre a ideia do Ceira Move, disse logo que o “Move”imento era uma ideia 5 estrelas. Como tal, não pertencer a este grupo seria… impensável. Pecando apenas pela entrada tardia no projecto, mas esperando contribuir de forma positiva e dinâmica para o Ceira Move. Do Cabouco com morada na Lousã mas a residir em Lagoas. Ricardo Baptista, um ceirense de gema.

Ceirense, apesar de estar a viver actualmente em Madrid, e nos trinta, Rita Santos é investigadora na área das Relações Internacionais. Curiosa pela política enquanto  compromisso voluntarista de “mudar a vida”, feito a pensar nos/as outros/as, acredita que o Ceira Move é um passo nessa direcção, partilhando informação e opinião sobre o que move e nos move na freguesia. Organiza ainda, desde 2007, o Ceira Rock Fest.